Quadrante 16

Entrevista com o Pedro Novíssimo – Revista AAFDL

croissants, bolos, tudo o que vocês possam imaginar que está na montra sou eu que coloco ali. Depois, entretanto, chega o Miguel, chega o Nuno, e por aí fora. Depois, é o desenrolar do dia, que vocês veem. Saio do trabalho por volta das 17h, já tive tempos que saía mais tarde. Ainda vou cozinhar, todos os dias, por incrível que pareça, e só vou para a cama por volta das 23h.” Como é que aguentas com tão poucas horas de sono? “Muito honestamente não é fácil. Posso dizer que, antes da pandemia, as minhas filhas faziam danças de salão das 20h às 22h30, ainda longe de casa, e eu, para não estar a dormir sentado no carro, o que é que me deu na cabeça? Vou inscrever-me no ginásio! Naquelas duas horas, para não estar parado ou a dormir no carro, inscrevi-me no ginásio e das 20h30 até quase às 23h estava no ginásio, e, ainda ia para casa, jantava, e só por volta da meia noite e qualquer coisa é que eu ia para a cama. Andei três anos nesta vida. Eu sou super ativo, não gosto de estar parado. Eu tenho um cão, ele tem uma sorte descomunal! Eu quando me sento 5 minutos no sofá, começo logo aos saltos, e então: «Buba, vamos para a rua, vamos passear!».”

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